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Pôster de Django Livre

Django Livre (2012)

★ 8.2no TMDB 28.544 votos 165 min

Drama Faroeste Mais da HBO Max

Onde assistir

Sinopse

Em 1858, dois anos antes da Guerra Civil, o escravo Django é vendido a uma caravana de caçadores de recompensas. O alemão Dr. King Schultz, dentista caçador de foragidos, o compra não por dó — mas porque Django conhece os irmãos Brittle, os bandidos que ele procura. Libertado e treinado, Django vira sócio de Schultz numa caçada por recompensas, com uma missão pessoal no fim: encontrar e resgatar Broomhilda, sua esposa, nas mãos do brutal Calvin Candie, dono da plantação Candyland.

🍿 Fatos curiosos

DiCaprio sangrou de verdade na cena do jantar Na cena em que Candie esmaga a mão na mesa, DiCaprio cortou a palma num copo de verdade. Ignorou o corte, continuou em personagem e Tarantino usou a tomada no filme — a equipe aplaudiu de pé ao ouvir "corta". Fonte: IMDb
Kerry Washington recusou dublê Na cena do açoite de Broomhilda, Kerry Washington insistiu em gravar sem dublê. Jamie Foxx chamou a cena de o momento mais difícil do set e Washington de "a pessoa mais corajosa que já conheceu". Fonte: CinemaBlend e Vanity Fair
Oscar para o Dr. Schultz Christoph Waltz venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo Dr. Schultz — um papel escrito por Tarantino pensando nele, e que Waltz, ironicamente, chegou a recusar de início. Fonte: Facts.net e Screen Rant
O nome Django é uma homenagem Django é uma homenagem direta ao faroeste spaghetti Django (1966), do diretor italiano Sergio Corbucci — que Tarantino estudava quando começou a escrever o roteiro em 2007. Fonte: Facts.net e Story Screen
O roteiro vazou na internet O rascunho inicial do roteiro vazou na internet meses antes das filmagens. Tarantino chegou a considerar abandonar o projeto, mas seguiu em frente — e o filme faturou US$ 425 milhões, o maior de sua carreira até ali. Fonte: Facts.net
✍ Veredito da redação Nossa nota: 8,4/10

Vale a pena assistir Django Livre?

Vale. É o Tarantino mais acessível: um faroeste de vingança com humor, tiroteios operísticos e Christoph Waltz + Leonardo DiCaprio em estado de graça. Nota 8.2 com 28 mil votos. São 2h45 que passam rápido, mas a violência estilizada é intensa. Quem não curte o estilo do diretor não vai mudar de ideia aqui. Na HBO Max e no Prime Video. Bom demais. Django Livre é o Tarantino em modo western spaghetti: o filme mais direto, engraçado e acessível do diretor, e ao mesmo tempo o mais desconfortável. A história é de vingança pura: Django, um escravo, é libertado pelo caçador de recompensas Dr. King Schultz, vira seu sócio e parte para resgatar a esposa Broomhilda das mãos de Calvin Candie, o dono de uma plantação onde o mal tem nome e sobrenome. Christoph Waltz está em estado de graça como Schultz, o dentista alemão que fala com polidez assassina e se diverte matando — o papel rendeu a ele o Oscar de Coadjuvante. E DiCaprio, enfim, viveu um vilão: Candie é aquele racismo elegante e sorridente que dá calafrios, e a cena do jantar, com a mão sangrando de verdade, é um dos momentos mais tensos do cinema moderno. Jamie Foxx dá a Django uma presença crescente: começa calado e termina virando o herói de tiroteio que a câmera adora. A trilha mistura rap de Rick Ross e Tupac com a música clássica de Ennio Morricone, numa ousadia que só Tarantino faz funcionar. O desconforto é proposital: o N-word aparece à vontade, a violência contra os escravos é crua, e o final, com a plantação explodindo em chamas, é o tipo de vingança catártica que o diretor adora. É longo, é intenso e é excelente. Bom demais. Nossa nota é 8,4. Na HBO Max e no Prime Video.

Trailer

Trailer de Django Livre

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