Django Livre (2012)
Drama Faroeste Mais da HBO Max
Sinopse
Em 1858, dois anos antes da Guerra Civil, o escravo Django é vendido a uma caravana de caçadores de recompensas. O alemão Dr. King Schultz, dentista caçador de foragidos, o compra não por dó — mas porque Django conhece os irmãos Brittle, os bandidos que ele procura. Libertado e treinado, Django vira sócio de Schultz numa caçada por recompensas, com uma missão pessoal no fim: encontrar e resgatar Broomhilda, sua esposa, nas mãos do brutal Calvin Candie, dono da plantação Candyland.
🍿 Fatos curiosos
Vale a pena assistir Django Livre?
Vale. É o Tarantino mais acessível: um faroeste de vingança com humor, tiroteios operísticos e Christoph Waltz + Leonardo DiCaprio em estado de graça. Nota 8.2 com 28 mil votos. São 2h45 que passam rápido, mas a violência estilizada é intensa. Quem não curte o estilo do diretor não vai mudar de ideia aqui. Na HBO Max e no Prime Video. Bom demais. Django Livre é o Tarantino em modo western spaghetti: o filme mais direto, engraçado e acessível do diretor, e ao mesmo tempo o mais desconfortável. A história é de vingança pura: Django, um escravo, é libertado pelo caçador de recompensas Dr. King Schultz, vira seu sócio e parte para resgatar a esposa Broomhilda das mãos de Calvin Candie, o dono de uma plantação onde o mal tem nome e sobrenome. Christoph Waltz está em estado de graça como Schultz, o dentista alemão que fala com polidez assassina e se diverte matando — o papel rendeu a ele o Oscar de Coadjuvante. E DiCaprio, enfim, viveu um vilão: Candie é aquele racismo elegante e sorridente que dá calafrios, e a cena do jantar, com a mão sangrando de verdade, é um dos momentos mais tensos do cinema moderno. Jamie Foxx dá a Django uma presença crescente: começa calado e termina virando o herói de tiroteio que a câmera adora. A trilha mistura rap de Rick Ross e Tupac com a música clássica de Ennio Morricone, numa ousadia que só Tarantino faz funcionar. O desconforto é proposital: o N-word aparece à vontade, a violência contra os escravos é crua, e o final, com a plantação explodindo em chamas, é o tipo de vingança catártica que o diretor adora. É longo, é intenso e é excelente. Bom demais. Nossa nota é 8,4. Na HBO Max e no Prime Video.
Trailer
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