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Pôster de Duna

Duna (2021)

★ 7.8no TMDB 15.476 votos 155 min

Aventura Ficção Científica Mais da HBO Max

Onde assistir

Sinopse

No distante ano de 10191, o imperador concede ao duque Leto Atreides o domínio de Arrakis, o planeta deserto que guarda a especiaria — a substância mais valiosa do universo, capaz de expandir a mente e permitir a navegação espacial. Mas a doação é uma armadilha: os Harkonnen, antigos donos do planeta, querem Arrakis de volta, e o duque cai numa traição brutal. Paul Atreides, seu filho, foge para o deserto ao lado da mãe, Jessica, e encontra nos Fremen — os nativos do deserto — seu destino como messias profetizado.

🍿 Fatos curiosos

Pouquíssimo CGI Villeneuve filmou de verdade nos desertos da Jordânia e construiu cenários gigantes em Budapeste: "apenas cenários reais poderiam trazer inspiração verdadeira", disse ele. O CGI ficou para os vermes e as colheitadeiras de especiaria. Fonte: Screen Rant
Hans Zimmer recusou Tenet por Duna Fã do livro, Zimmer recusou o convite de Christopher Nolan para compor Tenet e assumiu a trilha de Duna. Ele inventou instrumentos novos e até uma linguagem própria para os corais, num som "de outro mundo". Fonte: IMDb e Screen Rant
Villeneuve recusou 007 Denis Villeneuve era a primeira escolha para dirigir Sem Tempo para Morrer, da franquia James Bond — e recusou para poder dirigir Duna. Fonte: IMDb
Villeneuve chorou com Chalamet Nos primeiros dias de filmagem, Villeneuve admitiu ter chorado "lágrimas de alegria" numa cena de Timothée Chalamet: percebeu que não tinha errado na escolha do ator. Fonte: Screen Rant
Roupas de sobrevivência moldadas no corpo Os destiladores (stillsuits), as roupas que reciclam a água do corpo, foram feitos com moldes vivos de cada ator — porque o movimento dos atores ativava o traje, que precisava ser justíssimo. Fonte: Screen Rant
✍ Veredito da redação Nossa nota: 8,0/10

Vale a pena assistir Duna?

Vale. Villeneuve provou que Duna era filmável: escala esmagadora, som que faz o peito vibrar e a política de Arrakis destilada com clareza. Nota 7.8 com 15 mil votos. É deliberadamente a primeira metade de uma história. Termina quando engrena, e a Parte Dois completa o serviço. Veja em sequência se puder. Na HBO Max. Play nele. Duna carregava uma maldição: o romance de Frank Herbert era chamado de infilmável depois da adaptação falha de David Lynch em 1984. Denis Villeneuve veio para quebrar essa maldição — e quebrou. O filme abre com a voz de Zendaya narrando o sonho de Paul, e a partir dali a escala não dá descanso: naves gigantes que surgem do nada, planetas inteiros, e um deserto que parece não ter fim. A história é a política de Arrakis destilada com clareza ímpar: o imperador dá o planeta ao duque Leto para destruí-lo, os Harkonnen voltam para retomá-lo com violência, e Paul, o filho, foge com a mãe Jessica para encontrar os Fremen — e um destino messiânico que ele não escolheu. A escala é esmagadora, mas Villeneuve nunca perde o humano: a relação de Paul com o pai, a mãe, o mestre de armas Gurney e o melhor amigo Duncan são o coração do filme. Hans Zimmer entrega a melhor trilha da carreira recente: vozes distorcidas, baterias que parecem batidas de coração e o som dos tambores Fremen que fazem o peito vibrar. O filme é, assumidamente, só a primeira metade: termina quando a história engrena, deixando Paul no deserto prestes a virar o messias. Visto sozinho, frustra; em sequência com a Parte Dois, é obra-prima. Nossa nota é 8,0. Na HBO Max.

Trailer

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