Pai do Ano (2018)
Sinopse
Pai do Ano é o título brasileiro de Goodrich, uma comédia dramática americana de 2024 escrita e dirigida por Hallie Meyers-Shyer e protagonizada por Michael Keaton, que também assina a produção. Andy Goodrich (Michael Keaton) é um galerista bem-sucedido de Los Angeles que está prestes a completar 60 anos e tem uma vida pessoal bem complicada: ele é pai de uma família nova, com dois filhos pequenos gêmeos de um segundo casamento que está desmoronando, e tem uma filha adulta, Grace (Mila Kunis), de um primeiro casamento com quem ele tem uma relação distante e estremecida. Quando a sua segunda esposa resolve entrar num programa de reabilitação de 90 dias e vai embora de casa, Andy fica sozinho com os dois filhos pequenos, um homem de quase 60 anos que não tem ideia de como ser pai de verdade e que precisa desesperadamente da ajuda de Grace para dar conta de tudo: das crianças, da casa, do trabalho e das próprias emoções. A história acompanha a reconstrução dessa relação entre pai e filha, numa jornada de aprendizado em que Andy precisa encarar o fato de que nunca foi um bom pai para Grace e que agora tem uma segunda chance de acertar — dessa vez com os filhos mais novos e, principalmente, com a própria filha. O elenco inclui ainda Carmen Ejogo, Kevin Kline, Andie MacDowell e Michael Urie. O filme estreou mundialmente no Festival de Toronto em 2024.
🍿 Fatos curiosos
Vale a pena assistir Pai do Ano?
Pai do Ano é uma daquelas comédias dramáticas que aposta tudo no carisma de Michael Keaton e sai no lucro: a história de um homem de quase 60 anos que fica de repente sozinho com dois filhos pequenos e precisa reconstruir a relação com a filha adulta que ele ignorou a vida inteira é uma premissa simples, mas a forma como ela é desenvolvida tem mais calor e verdade do que a maioria das comédias de catálogo: o filme não tem pressa, dá espaço para os silêncios e para as pequenas falhas de Andy como pai, e a dinâmica entre Keaton e Mila Kunis, que aqui está muito bem em registro dramático sutil, é o coração do filme. A direção de Hallie Meyers-Shyer é herdeira clara do estilo da mãe, Nancy Meyers — as casas de Los Angeles, os diálogos espertos, a luz dourada e o tom confortável — e isso funciona a favor do filme, que tem um apelo de cinema de domingo à tarde muito agradável. Não é um filme que vai mudar a vida de ninguém nem é o melhor trabalho de Keaton, mas é uma história sobre paternidade e segundas chances contada com carinho e sem exageros, que agrada e emociona nos momentos certos. Nossa nota é 6,3. No Prime Video.
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