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Pôster de Avatar: A Lenda de Aang

Avatar: A Lenda de Aang (2005)

★ 8.8no TMDB 5.084 votos 3 temporadas 24 min/ep

Ação Animação Ficção Científica Mais da Netflix Mais da Paramount+

Sinopse

Aang, um menino de 12 anos que dormiu por 100 anos congelado em um iceberg, acorda e descobre que é o Avatar — a única pessoa capaz de dominar os quatro elementos e manter o equilíbrio do mundo. Mas nesse século perdido, a Nação do Fogo iniciou uma guerra que quase destruiu as outras nações, e os nômades do ar, seu povo, foram exterminados. Junto de Katara e Sokka, dois irmãos da Tribo da Água, Aang parte em uma jornada para dominar a água, a terra e o fogo — enquanto o príncipe Zuko, marcado por uma cicatriz, caça o Avatar para recuperar a honra perdida.

🍿 Fatos curiosos

Zuko quase não entrou na série O príncipe exilado, hoje um dos personagens mais amados da TV, chegou a ser cortado do elenco na fase de desenvolvimento. Os criadores Bryan Konietzko e Michael DiMartino mudaram de ideia e transformaram Zuko no melhor arco de redenção da animação. Fonte: ScreenRant
Toph quase foi um brutamontes A domadora de terra cega foi originalmente pensada como um homem enorme, no estilo de Hulk Hogan, e nem sequer seria cega — chegou a ser cogitada como par romântico de Katara. A pequenez de Toph virou seu maior trunfo. Fonte: ScreenRant
Luke Skywalker é o vilão O Senhor do Fogo Ozai, o grande vilão da série, tem a voz de Mark Hamill — o Luke Skywalker de Star Wars, já veterano em interpretar vilões animados após o Coringa de Batman. Fonte: ScreenRant
A homenagem ao dublador de Iroh Mako Iwamatsu, a voz do tio Iroh, morreu de câncer durante a segunda temporada. Ele foi substituído por seu discípulo Greg Baldwin, e o episódio "Contos de Ba Sing Se" virou uma homenagem tocante aos dois. Fonte: ScreenRant
A série quase foi sci-fi Na primeira concepção, em 2001, o mundo de Avatar seria ambientado milhares de anos no futuro. Os criadores abandonaram a ideia e escolheram um passado inspirado nas culturas asiáticas e inuit, o que deu à série sua identidade. Fonte: ScreenRant
✍ Veredito da redação Nossa nota: 9,1/10

Vale a pena assistir Avatar: A Lenda de Aang?

Vale. Não se engane com o rótulo infantil: é uma das melhores histórias já contadas em animação, com construção de mundo impecável, humor certeiro e o melhor arco de redenção da TV (Zuko). Nota 8.8 com quase 5 mil votos. Nota de clássico absoluto. Para qualquer idade, sem asterisco. Na Netflix e no Paramount+. Não tem erro. Avatar: A Lenda de Aang é uma daquelas obras que a gente acha que entendeu e, em cada revisão, percebe que é ainda maior do que lembrava. O desenho que a Nickelodeon lançou em 2005 pegou o público desprevenido: sob o visual colorido e o humor infantil, há uma guerra, genocídio, colonialismo, trauma e escolhas morais que não têm resposta fácil. Aang é um menino que acordou 100 anos depois de perder tudo, e carrega um peso que nenhuma criança deveria carregar — mas a série nunca deixa o tom pesar demais, porque Katara e Sokka estão lá para rir, brigar e crescer ao lado dele. E aí chega Zuko. O príncipe que começou como antagonista se torna o coração da série: sua busca por honra, sua relação com o tio Iroh e sua transformação são um estudo sobre redenção que nenhuma animação fez tão bem. O domínio dos elementos é a metáfora do amadurecimento — Aang precisa aprender água, terra e fogo como quem aprende a lidar com as próprias emoções. O universo inspirado nas culturas asiáticas é coerente do primeiro ao último episódio, e a trilha de Jeremy Zuckerman arrepia nos momentos certos. É o tipo de série que todo mundo deveria ver pelo menos uma vez na vida. Nossa nota é 9,1. Na Netflix e no Paramount+.

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