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Pôster de Clube da Luta

Clube da Luta (1999)

★ 8.4no TMDB 32.783 votos 139 min

Drama Suspense Mais da Disney+ Mais da Netflix Mais da Paramount+ Mais da Prime Video

Sinopse

Um executivo anônimo e insone encontra no vendedor de sabonetes Tyler Durden uma válvula de escape para a vida vazia de consumo. Os dois criam um clube secreto onde homens resolvem suas frustrações na base da briga de rua, mas o movimento cresce até se transformar em algo muito maior e mais perigoso do que eles imaginavam. David Fincher dirige a adaptação do romance de Chuck Palahniuk, com Edward Norton e Brad Pitt num filme cínico, violento e provocador sobre masculinidade, consumo e anarquia, cuja reviravolta final entrou para a história do cinema.

🍿 Fatos curiosos

Soco real no ouvido de Brad Pitt No primeiro soco do filme, Edward Norton acertou Brad Pitt de verdade no ouvido. O roteiro original mandava acertar o ombro, mas Fincher mudou na última hora sem avisar Pitt. A reação de dor dele é genuína, e a risada do personagem de Norton veio da graça real da cena. Fonte: ScreenRant e TV Tropes (1999)
Cena do carro com taco foi improvisada A cena em que os dois batem com tacos de golfe num carro não estava no roteiro: surgiu quando Pitt e Norton estavam bêbados batendo bolas de golfe e Fincher viu a chance de filmar algo a mais. Eles estavam mesmo alcoolizados, e as bolas iam direto contra o caminhão da equipe. Fonte: IMDb trivia e Far Out Magazine
O massacre de Columbine quase cortou uma cena Depois do massacre de Columbine, o estúdio pressionou Fincher para cortar a cena em que o chefe encontra as regras do clube na copiadora, por mencionar um homem indo à empresa atirar em todos. Fincher recusou porque a cena leva à revelação do câncer de Marla. Fonte: ScreenRant (2020)
O fat suit que quebrou uma das regras Uma das regras do Clube da Luta proíbe camisas, mas Bob aparece de camisa em todas as lutas: Meat Loaf precisou usar uma roupa de gordo (fat suit), e a camisa era necessária para esconder a prótese. Foram criados dois suits, pois o estúdio podia reprovar o modelo com mamilos salientes. Fonte: ScreenRant e High on Films
Fracasso de bilheteria que virou cult Estreou em 1999 com bilheteria abaixo do esperado e muita controvérsia, mas a polêmica alimentou a lenda: com o tempo virou um dos cults mais celebrados dos anos 90, elogiado por antecipar o cansaço com o consumismo e a cultura de violência. Fonte: ScreenRant e Far Out Magazine
✍ Veredito da redação Nossa nota: 8,8/10

Vale a pena assistir Clube da Luta?

Vale, mas quanto menos você souber antes, melhor. O clássico de David Fincher sobre insônia, consumo e masculinidade envelheceu surpreendentemente bem, e a reviravolta segue entre as melhores do cinema. Nota 8.4 com 32 mil votos. Não é para quem quer algo leve: é violento, cínico e provocador de propósito. Está na Netflix, no Disney+ e no Paramount+. O que muita gente não percebe na primeira assistida é que Clube da Luta é uma sátira, não um manual. Fincher filma a brutalidade com estética de propaganda e desconstrói a ideia de que a violência liberta, mostrando como a rebeldia organizada vira outro sistema de controle. A direção é cirúrgica, a trilha e a fotografia empoeirada criam um clima de pesadelo americano, e as atuações de Norton e Pitt se complementam com uma química que poucas duplas alcançaram. A cena do bar, praticamente inteira improvisada em 38 tomadas, é prova do talento em cena. E aquele final, com os prédios explodindo ao som de Where Is My Mind, continua um dos momentos mais marcantes da década. Um filme para rever, discutir e questionar. Nossa nota é 8,8. Na Netflix, no Disney+ e no Paramount+.

Trailer

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