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Pôster de Anne com um “E”

Anne com um “E” (2017)

★ 8.7no TMDB 4.983 votos 3 temporadas 47 min/ep

Drama Família Mais da Netflix

Onde assistir

Sinopse

No fim do século XIX, os irmãos solteirões Matthew e Marilla Cuthbert pedem um menino para ajudar na fazenda Green Gables, na ilha do Príncipe Eduardo. Em vez do garoto, chega Anne Shirley: uma órfã de onze anos, ruiva, magricela e com um vocabulário gigantesco, que fala sem parar, vive no mundo da imaginação e enxerga poesia em tudo — até no próprio nome, que ela insiste que deveria ser escrito "com um E". Relutante a princípio, Marilla e Matthew acabam se rendendo à menina que transforma a fazenda e toda a comunidade de Avonlea com sua luz.

🍿 Fatos curiosos

Criada por uma roteirista de Breaking Bad Moira Walley-Beckett, roteirista e produtora de Breaking Bad, foi a criadora e showrunner da série. Ela trouxe uma abordagem mais sombria e moderna à obra de Lucy Maud Montgomery, explorando o trauma e o passado de Anne — o que dividiu puristas e encantou novos fãs. Fonte: IndieWire e Wikipedia
A ruiva de verdade é loira Amybeth McNulty, a atriz que vive Anne, é loira natural e tingiu o cabelo de ruivo para o papel. Quando Anne precisa cortar o cabelo curto na série, a atriz usou perucas para simular o crescimento gradual dos fios. Fonte: TV Tropes
McNulty recusou Game of Thrones A atriz revelou que recebeu uma oferta para atuar em Game of Thrones, mas recusou: sendo vegetariana, não queria usar peles reais nos figurinos da série. Tempos depois, ela apareceu em Stranger Things 4. Fonte: Anne of Green Gables Wiki (Fandom)
Uma parceria canadense com a Netflix A série foi uma coprodução entre a CBC, a TV pública do Canadá, e a Netflix. As gravações aconteceram em Ontário, incluindo a cidade de Cambridge, e a produção buscou recriar a atmosfera da ilha do Príncipe Eduardo. Fonte: Wikipedia e CBC News
O cancelamento precoce que virou movimento Após três temporadas, a Netflix cancelou a série em 2019 — mas os fãs não aceitaram: uma petição com mais de 300 mil assinaturas e campanhas massivas nas redes tentaram, sem sucesso, salvar a produção. O público a considera cancelada cedo demais. Fonte: Wikipedia e imprensa da época
✍ Veredito da redação Nossa nota: 8,6/10

Vale a pena assistir Anne com um “E”?

Vale. A órfã tagarela de Green Gables ganhou a adaptação que merecia: sensível, moderna sem trair a época e com uma protagonista impossível de não amar. Nota 8.7 com quase 5 mil votos. O público que encontrou, amou de verdade. Série de conforto com coração gigante; o cancelamento precoce dói até hoje. Na Netflix. Aperta o play. Anne with an E é a prova de que uma boa adaptação não precisa copiar o livro — precisa amá-lo. A série pega a menina ruiva de Lucy Maud Montgomery e a enche de novas camadas: o trauma de uma infância em orfanatos, a fome de afeto, o vocabulário que vira escudo e arma ao mesmo tempo. Amybeth McNulty é o coração absoluto da produção — sua Anne é trágica e hilária, frágil e feroz, e quando ela diz que o nome precisa ser escrito “com um E” por causa do “e de esperança”, é difícil não se apaixonar no mesmo instante. A fotografia transforma a ilha do Príncipe Eduardo em um paraíso de luz, e a trilha sonora pontua cada emoção com delicadeza. A série também ousa onde as adaptações anteriores não ousavam: fala de racismo, de abuso, de sexualidade e de feminismo sem perder a poesia do original. Por isso o cancelamento após três temporadas é tão cruel — faltava história para contar, e sobrou público apaixonado para pedir mais. É daquelas séries que aquecem o coração e enchem os olhos, perfeita para maratonar em um fim de semana. Nossa nota é 8,6. Na Netflix.

Trailer

Trailer de Anne com um “E”

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