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Pôster de Oi, Sumido!

Oi, Sumido! (2025)

★ 6.3no TMDB 192 votos 95 min

Comédia Romance Suspense Mais da HBO Max

Onde assistir

Sinopse

Iris e Isaac estão saindo juntos há quatro meses e decidem se aventurar na primeira viagem romântica a dois, numa casa alugada numa cidadezinha pacata para o fim de semana. Tudo parece perfeito até que, durante um momento íntimo, Isaac confessa que não sabia que estavam num relacionamento sério e que ainda sai com outras pessoas. Furiosa e convencida de que os dois foram feitos um para o outro, Iris o algema na cama e parte para medidas cada vez mais ridículas e irracionais para provar a ele que estão destinados a ficar juntos, transformando a escapada romântica num teste de limites entre o afeto genuíno e a obsessão controladora, numa comédia sombria que brinca com o lado mais irracional do amor romântico.

🍿 Fatos curiosos

Segundo longa de Sophie Brooks Oi, Sumido! é o segundo longa da diretora Sophie Brooks, que assinou o roteiro e dividiu a autoria da história com a estrela Molly Gordon. Fonte: Wikipedia
Estreia no Festival de Sundance O filme teve a sua premiere mundial em janeiro de 2025, no Festival de Sundance, antes de ser adquirido pela Sony Pictures Classics. Fonte: Wikipedia
Lançamento nos EUA Nos Estados Unidos, a estreia nos cinemas aconteceu em 25 de julho de 2025, com distribuição da Sony Pictures Classics. Fonte: BroadwayWorld
Bilheteria modesta O longa arrecadou cerca de US$ 2,1 milhões nas bilheterias mundiais, um número modesto para um lançamento independente de estúdio de prestígio. Fonte: The Numbers
Estreia no Brasil No Brasil, Oi, Sumido! chegou ao catálogo da HBO Max em 20 de março de 2026, disponível também por meio do UOL Play e do Claro tv+. Fonte: UOL
✍ Veredito da redação Nossa nota: 6,3/10

Vale a pena assistir Oi, Sumido?

Oi, Sumido! começa como uma comédia romântica convencional e se transforma, aos poucos, num exercício de humor ácido e desconfortável sobre as expectativas dos relacionamentos modernos. A química entre Molly Gordon e Logan Lerman é real e carrega boa parte do filme, e a premissa de prender o parceiro na cama para provar que são almas gêmeas é ousada e rende momentos engraçados. O problema está no tom irregular do roteiro de Sophie Brooks, que oscila entre a sátira afiada e situações que beiram o absurdo sem se comprometer com nenhum registro. O resultado é um filme irregular, porém memorável, que divide opiniões: para quem aceita o desconforto, há ali uma crítica divertida e incômoda sobre carência, exclusividade e medo de compromisso. Molly Gordon se entrega de corpo e alma à loucura crescente de Iris, e é ela quem garante que o desconforto nunca vire drama pesado. Nossa nota é 6,3. Na HBO Max.

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