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Pôster de Os Queridinhos da América

Os Queridinhos da América (2001)

★ 5.7no TMDB 911 votos 102 min

Comédia Romance Mais da HBO Max

Onde assistir

Sinopse

Os Queridinhos da América é uma comédia romântica que satiriza o universo de Hollywood, a máquina de relações públicas e a fabricação de casais famosos para vender filmes. Gwen Harrison (Catherine Zeta-Jones) e Eddie Thomas (John Cusack) são o casal de atores mais querido de Hollywood, os queridinhos da América, adorados pelo público e pela imprensa desde que se conheceram nos bastidores de um filme de sucesso. O problema é que o romance acabou: o casal se separou de forma muito pública, e a custa é que os dois acabaram de terminar as filmagens de seu último filme juntos, um projeto que promete ser o maior sucesso do estúdio. Para salvar o lançamento e evitar um escândalo que afundaria a bilheteria, o estúdio convoca o veterano e habilidoso assessor de imprensa Lee Phillips (Billy Crystal), que precisa organizar uma junket de divulgação em um resort luxuoso no deserto, com todos os jornalistas do mundo presentes para entrevistar o casal — que não se suporta mais. A missão impossível de Lee é manter a farsa do casal perfeito por tempo suficiente para o filme ser lançado, enquanto lida com o diretor excêntrico do longa (Christopher Walken), com a imprensa cada vez mais desconfiada e com a própria irmã e assistente de Gwen, a discreta e invisível Kiki (Julia Roberts), que vive à sombra da irmã famosíssima e que guarda um segredo que pode mudar tudo. Dirigido por Joe Roth, com roteiro de Billy Crystal e Peter Tolan, o filme estreou em 2001.

🍿 Fatos curiosos

Sátira ao universo de Hollywood O filme é uma sátira afiada do mundo das relações públicas de Hollywood, e a trama é ambientada quase inteiramente em uma junket de imprensa — os eventos em que jornalistas de todo o mundo entrevistam estrelas em entrevistas rápidas e coreografadas. Fonte: Wikipédia
Billy Crystal também assina o roteiro Além de estrelar como o assessor de imprensa Lee Phillips, Billy Crystal é corroteirista do filme ao lado de Peter Tolan, com quem já havia escrito "Sessão de Terapia" (1989). Fonte: Wikipédia
Elenco estrelado O filme reúne um elenco de peso: Julia Roberts, John Cusack, Catherine Zeta-Jones e Billy Crystal nos papéis principais, com Hank Azaria, Stanley Tucci e o sempre excêntrico Christopher Walken no elenco de apoio. Fonte: Wikipédia
Rodado em cenários de deserto As cenas do resort de imprensa foram gravadas no St. Regis Monarch Beach Resort em Dana Point, na Califórnia, que no filme é transformado em um resort isolado no meio do deserto de Arizona. Fonte: Wikipédia
Julia Roberts no auge da carreira O filme foi lançado no mesmo ano em que Julia Roberts ganhou o Oscar de Melhor Atriz por "Erin Brockovich" (2000), o que contribuiu para transformar o filme num dos sucessos comerciais do verão de 2001 nos Estados Unidos. Fonte: Wikipédia
✍ Veredito da redação Nossa nota: 5,7/10

Vale a pena assistir Os Queridinhos da América?

Os Queridinhos da América é uma comédia romântica que envelheceu de um jeito curioso: no ano de seu lançamento, em 2001, foi um sucesso de bilheteria impulsionado por um elenco estelar — Julia Roberts no auge da fama pós-Oscar, Catherine Zeta-Jones e John Cusack — e por uma premissa que dava aos espectadores um gostinho dos bastidores de Hollywood, mas hoje em dia o filme parece datado em vários aspectos. A sátira do mundo das relações públicas e dos casais fabricados de Hollywood era divertida na época e continua sendo pertinente — o fenômeno dos casais de celebridades que fingem amar para promover filmes não desapareceu — mas a execução é bem convencional e a direção de Joe Roth aposta mais no carisma do elenco do que em qualquer tipo de ousadia narrativa. O grande destaque é Julia Roberts como Kiki, a irmã invisível que cuida da carreira da estrela e esconde seus próprios sentimentos: a atriz rouba a cena com uma atuação contida e emocionante num filme que não merece tanto talento. Billy Crystal está em seu elemento no papel de assessor de imprensa afoito, e Christopher Walken como o diretor demente garante as melhores cenas cômicas do filme. No fim, é um entretenimento descompromissado e agradável, que funciona como uma comédia romântica de domingo à tarde sem grandes ambições e com um elenco que faz o público esquecer as fragilidades do roteiro. Nossa nota é 5,7. Na Max.

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