Os Queridinhos da América (2001)
Comédia Romance Mais da HBO Max
Sinopse
Os Queridinhos da América é uma comédia romântica que satiriza o universo de Hollywood, a máquina de relações públicas e a fabricação de casais famosos para vender filmes. Gwen Harrison (Catherine Zeta-Jones) e Eddie Thomas (John Cusack) são o casal de atores mais querido de Hollywood, os queridinhos da América, adorados pelo público e pela imprensa desde que se conheceram nos bastidores de um filme de sucesso. O problema é que o romance acabou: o casal se separou de forma muito pública, e a custa é que os dois acabaram de terminar as filmagens de seu último filme juntos, um projeto que promete ser o maior sucesso do estúdio. Para salvar o lançamento e evitar um escândalo que afundaria a bilheteria, o estúdio convoca o veterano e habilidoso assessor de imprensa Lee Phillips (Billy Crystal), que precisa organizar uma junket de divulgação em um resort luxuoso no deserto, com todos os jornalistas do mundo presentes para entrevistar o casal — que não se suporta mais. A missão impossível de Lee é manter a farsa do casal perfeito por tempo suficiente para o filme ser lançado, enquanto lida com o diretor excêntrico do longa (Christopher Walken), com a imprensa cada vez mais desconfiada e com a própria irmã e assistente de Gwen, a discreta e invisível Kiki (Julia Roberts), que vive à sombra da irmã famosíssima e que guarda um segredo que pode mudar tudo. Dirigido por Joe Roth, com roteiro de Billy Crystal e Peter Tolan, o filme estreou em 2001.
🍿 Fatos curiosos
Vale a pena assistir Os Queridinhos da América?
Os Queridinhos da América é uma comédia romântica que envelheceu de um jeito curioso: no ano de seu lançamento, em 2001, foi um sucesso de bilheteria impulsionado por um elenco estelar — Julia Roberts no auge da fama pós-Oscar, Catherine Zeta-Jones e John Cusack — e por uma premissa que dava aos espectadores um gostinho dos bastidores de Hollywood, mas hoje em dia o filme parece datado em vários aspectos. A sátira do mundo das relações públicas e dos casais fabricados de Hollywood era divertida na época e continua sendo pertinente — o fenômeno dos casais de celebridades que fingem amar para promover filmes não desapareceu — mas a execução é bem convencional e a direção de Joe Roth aposta mais no carisma do elenco do que em qualquer tipo de ousadia narrativa. O grande destaque é Julia Roberts como Kiki, a irmã invisível que cuida da carreira da estrela e esconde seus próprios sentimentos: a atriz rouba a cena com uma atuação contida e emocionante num filme que não merece tanto talento. Billy Crystal está em seu elemento no papel de assessor de imprensa afoito, e Christopher Walken como o diretor demente garante as melhores cenas cômicas do filme. No fim, é um entretenimento descompromissado e agradável, que funciona como uma comédia romântica de domingo à tarde sem grandes ambições e com um elenco que faz o público esquecer as fragilidades do roteiro. Nossa nota é 5,7. Na Max.
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