Os Roses: Até Que a Morte Os Separe (2025)
Comédia Drama Romance Mais da Disney+
Sinopse
Os Roses: Até Que a Morte os Separe é uma comédia negra que reimagina um dos filmes mais cruéis da história do gênero: "A Guerra dos Roses" (1989), estrelado por Michael Douglas e Kathleen Turner e dirigido por Danny DeVito. A nova versão acompanha o casal Ivy (Olivia Colman) e Theo Rose (Benedict Cumberbatch), que parece ter a vida perfeita: ela é uma chef de cozinha bem-sucedida com seu próprio restaurante, ele é um arquiteto renomado, o casamento é repleto de amor e carinho e os dois filhos são maravilhosos. Mas a fachada perfeita começa a desmoronar quando um contratempo profissional muda os rumos do casal: enquanto a carreira de Ivy decola, a de Theo despenca quando ele perde o emprego. É nesse momento que a tempestade perfeita se forma: ressentimentos escondidos durante anos vêm à tona, a competição silenciosa entre o casal explode em brigas cada vez mais ferozes e uma bomba cheia de mágoas, implicâncias em público e disputas sujas se prepara para explodir. O que começa como um divórcio complicado se transforma em uma guerra total, em que cada um luta para sair por cima a qualquer custo — até que a morte os separe, se for o caso. Dirigido por Jay Roach, de "Austin Powers" e "Entrando Numa Fria", com roteiro do brilhante Tony McNamara, de "A Favorita" e "Pobres Criaturas", o filme estreou nos cinemas em agosto de 2025.
🍿 Fatos curiosos
Vale a pena assistir Os Roses: Até Que a Morte Os Separe?
Os Roses: Até Que a Morte os Separe tem a coragem de encarar um dos maiores clássicos de comédia negra de todos os tempos — “A Guerra dos Roses” de 1989 é um filme feroz e inesquecível — e o resultado é uma produção elegante, afiada e surpreendentemente divertida que faz justiça ao material original sem copiá-lo de forma servil. Benedict Cumberbatch e Olivia Colman são uma escolha irretocável: os dois atores britânicos mais talentosos de sua geração têm a capacidade única de alternar entre a elegância refinada e a crueldade ferina no mesmo plano, e a dinâmica entre os dois é o coração do filme: a guerra que se instala entre o casal perfeito que desmorona é ao mesmo tempo hilária e incômoda, porque mostra com crueldade lúcida como o amor pode se transformar em ódio e competição destrutiva. O roteiro de Tony McNamara — o maior nome da comédia negra contemporânea, de “A Favorita” e “Pobres Criaturas” — é afiado e cheio de diálogos ácidos que cortam fundo, e a direção de Jay Roach mantém um ritmo ágil que evita que o material pesado se torne deprimente. Não é à toa que o filme foi bem recebido pelo público brasileiro nos cinemas e virou um dos destaques da programação de comédia de 2025: é uma comédia de adultos, para adultos, sem medo de ser desconfortável e com um elenco que eleva o material a outro nível. Nossa nota é 6,7. No Disney+.
Trailer
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