Os Smurfs (2011)
Animação Aventura Comédia Família Fantasia Mais da HBO Max Mais da Netflix
Sinopse
Os Smurfs é um filme que mistura ação ao vivo e animação e leva as criaturinhas azuis criadas pelo quadrinista belga Peyo para a Nova York moderna. A trama começa na vila mágica dos Smurfs, onde uma festa para celebrar a Lua Azul — um evento astronômico raro que acontece uma vez a cada cem anos e que permite viajar no tempo — é interrompida pelo malvado Gargamel, o feiticeiro que sonha em capturar os Smurfs para extrair a essência azul deles e criar a poção do ouro e do poder mágico. Durante a fuga, o Papa Smurf e um grupo de Smurfs — Smurfette, Desastrado, Preguiçoso, Brigão, Intelectual, Zombeteiro e o Ranzinza — atravessam um portal mágico e vão parar no Central Park da Nova York de 2011, no mundo dos humanos, onde precisam sobreviver aos arranha-céus, ao trânsito e à vida moderna. Lá, eles conhecem o publicitário Patrick Winslow (Neil Patrick Harris), um executivo trabalhador que está prestes a perder o emprego, e sua esposa Grace (Jayma Mays), grávida e apreensiva. Com a ajuda do casal humano, os Smurfs precisam encontrar um jeito de voltar para casa antes que a Lua Azul se feche, enquanto Gargamel e seu gato Azrael também cruzam o portal e vêm atrás deles no mundo humano. Dirigido por Raja Gosnell, o filme estreou nos cinemas em 2011 e gerou uma continuação em 2013.
🍿 Fatos curiosos
Vale a pena assistir Os Smurfs?
Os Smurfs é aquele tipo de filme que divide opiniões de forma radical: a crítica especializada detestou a mistura de ação ao vivo com animação, mas o público — principalmente as crianças — abraçou o filme com força, e o resultado foi uma bilheteria bilionária que surpreendeu até mesmo o estúdio. É fácil entender o apelo: a premissa de ver as criaturinhas azuis vagando pela Nova York moderna é visualmente divertida, o humor é ingênuo e acessível e as piadas referenciais sobre a cidade grande funcionam bem para o público infantil. Por outro lado, é impossível negar os problemas: o roteiro é recheado de clichês de comédia familiar, os personagens humanos são unidimensionais e as piadas sobre escadarias, tamanho pequeno e confusões da vida moderna se repetem até esgotar a graça. O grande destaque é Hank Azaria, que se entrega de corpo e alma ao exagero de Gargamel e carrega a comédia nas costas, e a nostalgia das criaturinhas azuis continua viva para as crianças de todas as gerações. Se o objetivo é uma diversão despretensiosa em família, cumpre com folga; se a expectativa é uma comédia sofisticada, é melhor baixar as expectativas. Nossa nota é 5,7. Na Netflix.
Trailer
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