Os Vampiros que se Mordam (2010)
Comédia Fantasia Mais da Disney+
Sinopse
Os Vampiros que se Mordam é uma paródia direta da franquia "Crepúsculo" (Twilight), aquela história de amor impossível entre uma humana e um vampiro que dominava as bilheterias e a imaginação dos adolescentes no final da década de 2000. Produzido pela dupla Jason Friedberg e Aaron Seltzer, os mesmos responsáveis por outras paródias de sucesso comercial como "Todo Mundo em Pânico" e "Deu a Louca na Chapeuzinho", o filme acompanha a jovem Becca (Jenn Proske), que se muda com o pai policial para a chuvosa e sombria cidade de Spork, em Washington, e logo se apaixona perdidamente por Edward Sullen (Matt Lanter), o garoto misterioso e bonito da escola que esconde um segredo: ele é um vampiro de séculos de idade que brilha ao sol e se alimenta de animais em vez de humanos, numa tentativa de viver em paz com a sua consciência. A relação entre os dois é interferida por Jacob White (Chris Riggi), o melhor amigo de Becca que é um lobisomem e também nutre sentimentos por ela, criando um triângulo amoroso que parodia cena a cena os filmes originais de "Crepúsculo", incluindo os diálogos melodramáticos, as cenas de futebol de vampiros e a fúria da família do vampiro diante da relação proibida. Com uma série de piadas escrachadas e referências à cultura pop da época, o filme estreou nos cinemas em 2010 e, apesar de ter sido arrasado pela crítica, faturou mais de 80 milhões de dólares em todo o mundo.
🍿 Fatos curiosos
Vale a pena assistir Os Vampiros que se Mordam?
Os Vampiros que se Mordam é uma daquelas paródias que definem o gênero do jeito mais cru possível: é um filme que não tem pretensão alguma de ser bom, e sim de ser um produto rápido e lucrativo para faturar em cima de um fenômeno de bilheteria. E nesse sentido estritamente comercial, funcionou de forma brilhante: os 80 milhões de dólares arrecadados provaram que o público adolescente da época estava disposto a pagar para rir da própria paixão por “Crepúsculo”. O problema é que, como produto cinematográfico, o filme é praticamente indefensável: as piadas são repetitivas e sem graça, as referências à saga original são rasas e previsíveis, o humor apela para o escracho mais grosseiro e as atuações dos atores novatos são tão amadoras que chegam a ser constrangedoras. Para quem é fã da saga original, pode até render algumas gargalhadas nostálgicas ao reconhecer as cenas e os diálogos parodiados, mas para qualquer espectador imparcial, é uma experiência difícil de assistir até o fim. É o tipo de filme que entra para a lista das piores paródias de todos os tempos, e a nota baixíssima no IMDb é a prova dessa reputação. Nossa nota é 4,0. No Disney+.
Trailer
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