Paixão de Escritório (2026)
Comédia Romance Mais da Netflix
Sinopse
Paixão de Escritório é uma comédia romântica americana de 2026, original da Netflix, que reúne Jennifer Lopez e Brett Goldstein numa história de romance proibido no ambiente corporativo, numa produção que aposta no formato clássico da comédia romântica de escritório com um toque de humor mais adulto e apimentado. A história acompanha Jackie (Jennifer Lopez), a presidente e CEO da Air Cruz, uma companhia aérea que ela comanda com mão de ferro: exigente e perfeccionista, Jackie construiu a sua carreira e a sua empresa com base na disciplina e no controle, e mantém uma política rígida e explícita de proibição de relacionamentos entre funcionários — uma regra que ela mesma impôs e que nunca quebrou. Tudo muda quando um novo advogado chega à empresa para trabalhar ao seu lado: um homem inteligente, confiante e completamente diferente de tudo que Jackie está acostumada a ver no ambiente corporativo, e a química inesperada entre os dois começa a testar a famosa política de não-fraternização da CEO. A atração cresce em meio a projetos compartilhados, reuniões tensas e encontros furtivos, e Jackie precisa decidir se vai proteger as regras que sempre seguiu ou seguir os sentimentos que crescem a cada dia mais fortes — numa trama cheia de dilemas, segredos e situações constrangedoras típicas do romance no trabalho. O filme é dirigido por Ol Parker, roteirizado por Brett Goldstein em parceria com Joe Kelly, e conta ainda com Betty Gilpin e Tony Hale no elenco de apoio.
🍿 Fatos curiosos
Vale a pena assistir Paixão de Escritório?
Paixão de Escritório é uma comédia romântica que faz exatamente o que se propõe e entregou à Netflix um dos seus maiores sucessos de público do ano: pega uma premissa clássica — o romance proibido entre a chefe rigorosa e o novo advogado que chega para bagunçar as regras — e a executa com a energia e o carisma de Jennifer Lopez, que está em casa nesse tipo de papel, e de Brett Goldstein, que mostra um registro cômico afiado e diferente do personagem que o tornou famoso. A dinâmica entre os dois é o coração do filme e funciona muito bem, com diálogos espertos e uma química que sustenta a trama mesmo quando o roteiro recorre aos clichês do gênero: o encontro que dá errado, o beijo adiado, a cena de perseguição no aeroporto e o final redentor com música de fundo. A direção de Ol Parker é eficiente e a estética nostálgica dos anos 90, com um pé no visual das comédias românticas de aquela década, dá um charme extra à produção. Não é um filme que vai surpreender ninguém com originalidade nem é uma obra-prima do gênero, mas cumpre com folga a sua função de entreter de forma leve e agradável, e o público respondeu em massa, o que é a prova mais clara de que esse tipo de fórmula ainda funciona quando executada com carisma. Nossa nota é 6,1. Na Netflix.
Trailer
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