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Pôster de Querida, Estiquei o Bebê

Querida, Estiquei o Bebê (1992)

★ 5.3no TMDB 1.307 votos 89 min

Aventura Comédia Família Ficção Científica Mais da Disney+

Onde assistir

Sinopse

Querida, Estiquei o Bebê (Honey, I Blew Up the Kid, no original) é uma comédia de ficção científica de 1992 dirigida por Randal Kleiser, sequência do sucesso Querida, Encolhi as Crianças. A trama acompanha o inventor Wayne Szalinski, novamente interpretado por Rick Moranis, que agora trabalha em um prestigiado laboratório e desenvolve uma nova invenção capaz de aumentar o tamanho dos objetos. Quando seu filho mais novo, o pequeno Adam, acidentalmente é atingido pelo feixe da máquina, ele começa a crescer descontroladamente a cada descarga elétrica. Em pouco tempo, o bebê gigante de mais de 30 metros se torna um problema gigantesco, e a família Szalinski precisa encontrar uma forma de reverter o processo antes que Adam destrua a cidade de Las Vegas.

🍿 Fatos curiosos

Sequência da franquia É o segundo filme da franquia iniciada com Querida, Encolhi as Crianças, trazendo de volta Rick Moranis, Marcia Strassman e Robert Oliveri.
Direção de Randal Kleiser O filme foi dirigido por Randal Kleiser, conhecido pelo sucesso Grease: Nos Tempos da Brilhantina.
Cenário em Las Vegas O clímax do filme acontece na cidade de Las Vegas, onde o bebê gigante atrai a atenção ao seguir as luzes brilhantes dos cassinos.
Início de Keri Russell O filme marca um dos primeiros papéis de destaque de Keri Russell, antes de seu sucesso na série Felicity.
Efeitos práticos Assim como o primeiro filme, a produção apostou em efeitos práticos e miniaturas para criar o bebê gigante, sem depender de computação gráfica.
✍ Veredito da redação Nossa nota: 5,1/10

Vale a pena assistir Querida, Estiquei o Bebê?

Querida, Estiquei o Bebê tenta repetir a fórmula do clássico Querida, Encolhi as Crianças, mas desta vez inverte a premissa: em vez de encolher, o inventor Wayne Szalinski acaba esticando o próprio filho até o tamanho de um prédio. O resultado é uma comédia familiar ingênua, com Rick Moranis novamente carismático como o pai distraído e atrapalhado. O problema é que a ideia, que rendeu momentos mágicos no primeiro filme, aqui se esgota rápido: depois de apresentado o bebê gigante, o roteiro não sabe exatamente o que fazer com ele, e as sequências em Las Vegas se arrastam sem a inventividade visual da aventura original. Os efeitos práticos até impressionam em alguns momentos, mas a trama carece de tensão e de um vilão convincente, e a química familiar dos Szalinski já não tem o mesmo encanto. Keri Russell e Lloyd Bridges aparecem em papéis coadjuvantes, mas não compensam as lacunas do roteiro. É uma diversão leve e sem pretensões, indicada para quem quer nostalgia de infância ou um passatempo com a família, mas fica muito aquém do antecessor. Nossa nota é 5,1.

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