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Pôster de As Cores do Mal: Preto

As Cores do Mal: Preto (2026)

★ 6.8no TMDB 156 votos 110 min

Crime Mistério Suspense Mais da Netflix

Onde assistir

Sinopse

Um promotor de cidade grande é mandado para Kartuzy, uma cidade pequena e fechada na região da Caxúbia, no norte da Polônia, para investigar o desaparecimento de uma criança. A busca aflita por respostas esbarra num caso antigo que ninguém na cidade quer reabrir, e a investigação deixa de ser sobre quem cometeu o crime e passa a ser sobre quem sabia e escolheu calar. Com inverno permanente, gente que se conhece demais e uma floresta sempre ao fundo, o filme acompanha o promotor Leopold Bilski tentando arrancar de uma comunidade inteira o que ela decidiu esquecer. É a continuação de As Cores do Mal: Vermelho, com Adrian Panek de volta à direção e ao roteiro, mas com os casos totalmente independentes: ali era feminicídio, aqui é crime contra criança.

🍿 Fatos curiosos

Estreia recorde para um policial polonês Lançado em 10 de junho de 2026, o filme somou 14,1 milhões de visualizações e 25 milhões de horas na primeira semana, ficou em primeiro entre os títulos de língua não inglesa e em terceiro no geral, nos Estados Unidos e no mundo. Fonte: Review oficial (06/08/2026), dados da Netflix
O caso não tem ligação com o primeiro filme Vermelho tratava de feminicídio; Preto trata de crime contra criança. As histórias são separadas, e o filme se explica sozinho para quem chega sem ter visto o anterior. Ver o primeiro só ajuda a entender o cansaço do promotor Bilski. Fonte: Review oficial (06/08/2026)
Roteiro e direção nas mãos de uma pessoa só Adrian Panek assina direção e roteiro sozinho, sem o coautor que dividiu o texto em Vermelho. Quase toda a equipe técnica é a mesma do primeiro filme: só mudaram a fotografia (de Tomasz Augustynek para Karina Kleszczewska) e o roteirista. Fonte: Review oficial (06/08/2026)
Trilha e fotografia de mãos conhecidas A fotografia é de Karina Kleszczewska e a trilha de Bartosz Chajdecki, construindo uma atmosfera opressiva que não depende de susto barato. A Caxúbia funciona como personagem: floresta, água escura e o silêncio típico de cidade pequena. Fonte: Review oficial (06/08/2026)
Crítica sem amostra consolidada ainda No Rotten Tomatoes o filme aparece com oito resenhas e sem porcentagem consolidada, e a nota de público tem menos de 50 avaliações. As opiniões individuais vão do 4 de 5 do Heaven of Horror ao 2 de 5 do Common Sense Media. No TMDB, a nota é 6.9. Fonte: Review oficial (06/08/2026), Rotten Tomatoes e TMDB
✍ Veredito da redação Nossa nota: 7,0/10

Vale a pena assistir As Cores do Mal: Preto?

Vale, com um aviso na frente que importa mais que a nota: o tema é crime contra criança, e o filme não oferece alívio nenhum no fim. O promotor Leopold Bilski, de Jakub Gierszał, investiga o desaparecimento de uma criança em Kartuzy, na Caxúbia, e a pergunta deixa de ser quem cometeu o crime para virar quem sabia e escolheu calar. É essa troca de eixo que separa o filme da pilha de thriller de streaming: um retrato da omissão coletiva, não uma caçada a um psicopata genial. A atmosfera é pesada, o acabamento é de gente grande, e o elenco, com Marianna Zydek e Andrzej Chyra, sustenta o clima. Contra pesam as reviravoltas previsíveis demais, que se anunciam com antecedência, e uma cronologia embaralhada com flashbacks sem aviso. A crítica ainda não tem amostra consolidada no Rotten Tomatoes, mas os números de estreia foram de sucesso: 14,1 milhões de visualizações na primeira semana. Sessão de policial sombrio para quem já sabe no que vai entrar. Na Netflix.

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Trailer

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