Pai em Dose Dupla 2 (2017)
Sinopse
Pai em Dose Dupla 2 é a continuação da comédia de sucesso de 2015 e reúne novamente a dupla Will Ferrell e Mark Wahlberg numa história de Natal que dobra a aposta do primeiro filme: se no original o padrasto Brad Whitaker (Will Ferrell) e o pai biológico Dusty Mayron (Mark Wahlberg) precisaram aprender a conviver em torno dos filhos que compartilham, agora eles enfrentam um desafio ainda maior: passar o Natal juntos com os quatro filhos e com os seus respectivos pais, que chegam para as festas e transformam tudo num caos familiar completo. Brad tem que lidar com o seu pai Don (John Lithgow), um homem doce e emotivo que quer se reconectar com o filho, enquanto Dusty tem que lidar com o seu pai Kurt (Mel Gibson), um machão durão e tradicional que não aceita a criação moderna dos netos — e a tensão entre os dois avôs, que representam estilos opostos de paternidade, vira o centro da comédia. Entre brigas, tentativas de agradar as mulheres da casa, o nevoeiro de Natal e um avião decorado de maneira improvisada, o filme mistura humor pastelão com uma mensagem sobre família, perdão e a importância de passar os momentos especiais juntos. Dirigido por Sean Anders e escrito por ele em parceria com John Morris, o filme também conta com Linda Cardellini e John Cena no elenco de apoio.
🍿 Fatos curiosos
Vale a pena assistir Pai em Dose Dupla 2?
Pai em Dose Dupla 2 é exatamente o que se espera de uma continuação de comédia de sucesso: mais do mesmo, com mais dinheiro, mais estrelas e piadas maiores — e isso não é necessariamente um problema. O primeiro filme funcionou porque a química entre Will Ferrell e Mark Wahlberg é sólida e a premissa do padrasto e do pai biológico disputando o afeto dos filhos rendeu cenas engraçadas, e esta sequência sabe que o público quer mais daquele duelo paterno — então simplesmente dobra a aposta e adiciona os avôs à fórmula, numa escolha que é a grande sacada do filme: John Lithgow e Mel Gibson são perfeitos como os contrapontos emotivo e machão dos dois protagonistas, e as cenas dos quatro homens tentando ser “pais modernos” em Natal são as melhores do filme. O roteiro não inova em nada e a comédia apela muito ao pastelão e ao humor físico — a cena do avião é um exemplo claro da falta de criatividade de algumas situações — mas a energia do elenco e o ritmo acelerado mantêm o entretenimento de pé. No final, é uma comédia natalina ágil, divertida e sem pretensão que cumpre a função de reunir a família em frente à tela, mesmo que não deixe grande impressão depois dos créditos. Nossa nota é 6,2. Na Globoplay.
Trailer
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