Os Rugrats e os Thornberrys Vão Aprontar (2003)
Animação Aventura Comédia Família Fantasia
Sinopse
Os Rugrats e os Thornberrys Vão Aprontar é um filme de animação que reúne duas das séries de maior sucesso da Nickelodeon em um crossover histórico: os bebês aventureiros da turma de "Os Rugrats" — Tommy, Chuckie, Phil, Lil e a Didi com seu clã — e a família de documentaristas de natureza de "Os Thornberrys", que viaja o mundo filmando animais selvagens com a filha Eliza, capaz de conversar com os bichos por causa de seu dom secreto. A trama começa quando as duas famílias embarcam num cruzeiro de férias que dá muito errado: um acidente no navio lança todos numa ilha deserta e desconhecida, onde bebês e adultos precisam aprender a sobreviver na selva. É aí que a mágica acontece: os Rugrats finalmente conhecem os Thornberrys e Eliza, e com a ajuda de seu poder de falar com os animais, o grupo inteiro descobre segredos da ilha, faz amizade com os bichos nativos e até aprende a falar com o cachorro da família Pickles, o fiel Spike — que ganha a capacidade de falar neste filme e se torna um dos grandes destaques da aventura. Dirigido por Norton Virgien e John Eng, o filme é o terceiro longa-metragem da franquia "Os Rugrats" nos cinemas e foi lançado em 2003.
🍿 Fatos curiosos
Vale a pena assistir Os Rugrats e os Thornberrys Vão Aprontar?
Os Rugrats e os Thornberrys Vão Aprontar é um filme que só faz sentido dentro do universo nostálgico da Nickelodeon dos anos 2000: é uma celebração de duas das séries de animação mais queridas do canal, e para quem cresceu assistindo a ambas, o encontro das duas famílias tem um apelo nostálgico enorme. A premissa é deliciosamente absurda — os bebês aventureiros dos Rugrats vão parar numa ilha deserta junto com a família de documentaristas de natureza dos Thornberrys, que têm uma filha capaz de falar com os animais — e o roteiro se diverte explorando a dinâmica entre os dois universos: os bebês que enxergam o mundo com imaginação desenfreada e a família que viaja o mundo real filmando a natureza. O grande trunfo é a participação de Bruce Willis como a voz de Spike, o cachorro que ganha o dom da fala e vira o herói inesperado da aventura — uma escolha de elenco tão inesperada quanto engraçada, que eleva o filme e garante as melhores cenas. Por outro lado, é impossível ignorar que o filme é uma produção comercial despretensiosa feita para agradar fãs das duas franquias: a trama é simples, os vilões são descartáveis e a animação já estava datada mesmo em 2003, sem o refinamento das grandes produções da época. Para crianças e para os fãs da Nickelodeon nostálgica, é uma diversão garantida; para quem não tem essa ligação emocional com os personagens, é um filme infantil datado e esquecível. Nossa nota é 6,2. No Paramount+.
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